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A HISTÓRIA DA JOVEM INGLESA QUE ADOTOU 14 CRIANÇAS NA TANZÂNIA E PASSOU A RESIDIR NO PAÍS

  • Foto do escritor: TXV
    TXV
  • 1 de dez. de 2020
  • 2 min de leitura

Atualizado: 2 de dez. de 2020

TXV(*) – 01/dezembro/2020

Letty primeiro adotou 9 crianças, depois mais 5.



Em 2013, durante as férias da faculdade, a inglesa Letty McMaster, com 18 anos na época, resolveu viajar para Tanzânia, um país da África Austral que foi colonizado pela Inglaterra. A jovem britânica pretendia dedicar-se a um trabalho voluntário com órfãos durante um mês.


No entanto, Letty ficou sensibilizada diante das condições precárias em que viviam as crianças que ela encontrou no orfanato e acabou se envolvendo no trabalho mais do que previa. Segundo informações do Herald Sun, foi assim que a jovem inglesa acabou por adotar 14 crianças e fundou a instituição “Street Children Iringa”.



Tudo começou quando o orfanato em que Letty prestava serviço anunciou que fecharia as portas por falta de verbas. Com o encerramento do funcionamento da instituição as crianças e adolescentes que ela atendia voltariam para as ruas.


A jovem britânica constatou que "muitos orfanatos são tudo apenas um truque para ganhar dinheiro e explorar as crianças". Motivada em melhorar a condição de vida dessas crianças, Letty transformou sua viagem de um mês em três anos de dedicação ao trabalho social.


A jovem inglesa acabou por adotar nove adolescentes que viviam no orfanato. Agora, aos 26 anos, ela acabou de adotar outras cinco crianças, totalizando 14 filhos. Alguns de seus filhos adotivos viviam em situação de rua ou estavam envolvidos com gangues para conseguirem se sustentar.


A família mora numa casa em Iringa, uma das maiores cidades da na Tanzânia. Letty McMaster também fundou uma ONG, sediada na mesma cidade - a “Street Children Iringa” - que, durante três dias por semana, acolhe outras crianças.


Todos os anos, Letty passa nove meses com seus filhos em Iringa. No resto dos meses, ela retorna ao Reino Unido onde faz campanhas em busca de doações para sustentar seus filhos e as outras crianças atendidas pela “Street Children Iringa”.


(*) Com agências

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