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UMA PROFESSORA BRANCA NORTE-AMERICANA FINGIU SER NEGRA AO LONGO DA CARREIRA PROFISSIONAL

  • Foto do escritor: TXV
    TXV
  • 5 de set. de 2020
  • 1 min de leitura

TXV(*) – 05/setembro/2020

A professora Jessica Krug: inventou até falsos ancestrais para convencer que era negra.


Uma professora de estudos africanos e latino-americanos que se autodenominava negra, revelou agora que tem mentido.

Jessica A. Krug, professora associada da Universidade George Washington, escreveu extensivamente sobre a África, a América Latina, a diáspora e a identidade, afirmando a sua própria herança negra e latina. Mas num artigo publicado no Medium.com na semana passada, ela revelou ser na verdade uma branca.

Ela se desculpou pelo que chama de "apropriação contínua de uma identidade negra caribenha", dizendo que estava errada, antiética, imoral, anti-negra e colonial.

“Não sou uma abutre da cultura”, escreveu ela. "Eu sou um sanguessuga de cultura."

A UNIVERSIDADE ESTÁ INVESTIGANDO

Crystal Nosal, porta-voz da Universidade George Washington, citado pela CNN, disse que a universidade está ciente da revelação da professora e está investigando a situação, mas "não pode comentar mais sobre questões pessoais".

A revelação de Jessica faz recordar o caso de Rachel Dolezal, em 2015, outra mulher branca que se passou por negra enquanto ensinava estudos africanos na “Eastern Washington University”.

FALSOS ANCESTRAIS AFRICANOS

Jessica recebeu seu Ph.D. em 2012, da Universidade de Wisconsin-Madison, de acordo com a página de sua equipe no site da Universidade George Washington, referida pela CNN.

A introdução do seu livro de 2018, "Modernidades Fugitivas: Política e Identidade fora do Estado em Kisama, Angola e nas Américas, c. 1594-Presente" - que traça a história das comunidades em Angola - começa com referências aos que foram trazidos antes dela, seus avós e ancestrais. Agora essas referências estão sendo vistas como formas de Jessica mentir sobre sua identidade.

(*)Com CNN

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